Já as noivas Elisabetanas geralmente portavam alho e cebolinha para dispersarem o mal.
Na antiga Polônia acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva seu temperamento se manteria “doce”.
Na Idade Média, as noivas recebiam flores durante o trajeto de sua casa até o local da sua cerimônia, de todas as pessoas que acompanhavam. Quando chegava ao local estava portando uma braçada de flores.
PRECISO REAPRENDER!
.''Aprendi que amar requer paciência, companheirismo,compreensão,carinho,diálo
...Aprendi que somos colunas de uma grande construção e que para que ela cresça forte e segura é necessário que as colunas estejam firmes e unidas no mesmo objetivo, porém sem perder sua individualidade...
...Aprendi que apesar da correria do dia-a-dia precisamos estar atentos ao outro e saber perceber suas mudanças...suas nuances...
...Aprendi que as situações mais inesperadas são normalmente as mais deliciadas...
...Aprendi que as diferenças são verdadeiras oportunidades de amadurecimento...''
Se alguém se sente incomodado com a sua presença, é porque conhece o seu brilho, sabe da tua força, inveja teu caráter e teme que os outros vejam o quanto você é melhor que ela.
Quanto vale uma vida?
De que vale uma vida?
Eu não sei, não sei porquê...
Quem sou eu pouco me importa agora.
Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008
Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar
Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mais ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar
Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar
Domingo, 26 de Outubro de 2008
Amizade...
Saudades de uma amizade que se esmoreceu...
Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.
Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
Pirulito!
Pirulito que bate bate...
:D
Já na França Medieval, dizem que uma noiva em seu casamento recebeu tantos presentes e como não tinha nada para agradecer os seus convidados resolveu colher em seu jardim flores e jogar o “buquê” para seus convidados como forma de agradecimento.
Daí, a entrega do buquê ou o ato e jogar o buquê, representa a despedida da noiva, que o joga para repartir com seus convidados - e hoje com as amigas solteiras - num gesto generoso a sua felicidade e sorte.
Estas são algumas das muitas “Estórias” ou “Histórias” da origem do buquê.
Para simbologistas e exotéricos, todas as cores possuem um significado especial:
Vermelha: Amor, respeito, coragem e paixão.
Amarela: Felicidade, vitalidade, orgulho, amizade, alegria e liberdade.
Champagne: Admiração e simpatia.
Branca: Pureza, inocência, paz e segredo.
Rosa: Carinho, gentileza, simpatia, amizade e gratidão.
Laranja: Fascinação e encantamento.
Chá: Admiração, respeito, apreciação e gratidão.
Coral: Desejo e entusiasmo.
Vermelha com branca: Representa união, harmonia e unidade.
Vermelhas com amarelas: Significam felicidade.
Coloridas com tons claros: Amizade e solidariedade.
Coloridas predominando as vermelhas: Amor e felicidade.
Postado por † Iruska Nogueira † às Segunda-feira, Outubro 13, 2008 0 comentários
Planto me em ti !
Enraizada!
Nem ventos me arrancam daqui.
Por ti, arraigada.
Vem regar-me
Fazei-te grande!
Suficiente em mim, latente
Para ti apenas, és-me bastante. Pernoita-te em minhas sombras. Descansa-te no meu regaço. Deleita-te nos frutos que aos sussurros me dás
Marca-me à faca e fere-me a casca, bota-me abaixo!
E então já sou tua.
Por dentro e por fora,
misturada a teus odores
E em todos esses tons de pele,
toda a seiva,
sombra e sabor.
Sem saber se cresci em ti
ou se em mim se agigantastes.
E na calmaria dessas relvas verdes
Sopra a brisa que apoeira a terra
Paradoxo deste aclamo gritante
Da voz exaurida clamando teu nome
ao fino som desse vento uivante!
Postado por † Iruska Nogueira † às Segunda-feira, Outubro 13, 2008 0 comentários
Saudade
Clarice Lispector
Saudade é um pouco como fome.
Só passa quando se come a presença.
Mas às vezes a saudade é tão
profunda que a presença é pouco:
quer-se absorver a outra pessoa toda.
Essa vontade de um ser o outro
para uma unificação inteira
é um dos sentimentos mais urgentes
que se tem na vida.



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