quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

"Fingir que está tudo bem, os olhos borrados, o canto da boca levemente
mordido na tentativa de matar a vontade que grita, que arde. Fingir que
está tudo bem enquanto o telefone não toca, a vida não gira. Fingir que
está tudo bem, o coração a tilintar feito pequenos cristaizinhos pulando
no chão (...) Desculpe tanta sede, tanta insatisfação. Amanhã, amanhã,
recomeço."

Caio Fernando Abreu

domingo, 13 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

“Você me pergunta “sairei do buraco?”. Sairá, sim. Sairá brilhantemente. As coisas agora vão começar a acontecer, é meio tipo ímã, uma coisinha vai magnetizando outra e outra e outra, você vai ver.”

Caio Fernando Abreu,

como sempre.