sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O amor é mestre, mas é preciso saber adquiri-lo, porque se adquire dificilmente, ao preço de um esforço prolongado; é preciso amar, de facto, não por um instante, mas até ao fim."
(Fiodor Dostoievski)
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Poema.
De todos os amores por mim vividos até hoje,
O seu foi o mais intenso...
De toda a saudade,
A sua foi a mais forte...
De todos os beijos,
O seu foi o mais gostoso...
De todo o calor,
O seu foi o mais ardente...
De todas as almas,
A sua foi a mais gêmea...
De toda ânsia de cometer loucuras,
A sua foi a que mais me atentou...
De todos os corpos,
O seu mais me instigou...
De todas as esperanças em amores depositadas,
O seu foi o que teve mais crédito...
de toda vontade de ficar junto,
A vontade que me domina é a sua...
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Meu coração é Teu !

Queria ter-te agora
ao alcance das minhas mãos.
Tatear cada pedaço do teu corpo
e ouvir o pulsar frenético do teu coração.

Queria ter-te agora
para loucamente te amar.
Com os poros transpirando desejos
e minha boca sedenta a te beijar.

Queria ter-te agora
transportando-me para outra dimensão,
sem nos preocuparmos com as horas
e deixar fluir apenas a emoção.

Queria ter-te agora
corpo a corpo, lado a lado
Sensibilidade a flor da pele
realizando nossos desejos mais loucos.

Queria ter-te agora
estonteado de prazer,
sem receio e sem pudor,
escravo dos meus deleites
sussurrando palavras de amor.

Queria ter-te agora
repousando sobre meu peito
e falando baixinho ao teu ouvido:
Que meu prazer é só teu, amor meu.
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Incontrolavéis...
Um desejo incontrolável
Uma loucura
Uma vontade de mim que te invadiu
Você desatinou
Não pensou em mais nada
Só no tal desejo
Naquela vontade te corroendo
Tirando-te o juízo
Fazendo o errado parecer certo
E o certo ficar perdido
Um desejo que me comeu com os olhos...
A me comer
A me engolir
Mastigar-me
Deglutir-me
Fazendo-me seu
Naquele momento que era nosso
Castiga-me com o teu prazer
Vem me ter
Inteiro por completo sem restrições
Um desejo sem delongas
Sem meio termo
Tão cúmplices que somos um
Quando um é do outro
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Mata-me

Mistura em mim
Teu cheiro no meu
Teu corpo nu
Consolo meu
Eu faço suar
Teu suor pro meu
Saliva que escorre
Em nossas partes sedentas
De cada um de nós
Buscando nossa língua
Onde encontrar abrigo
Buscando nossas mãos
Todas as partes pra tocar
Frenético nossos corpos
Nossa dança quer dançar
Nossa cara nos entrega
Expressões
Falas sem textos
Só os nossos gemidos
Como canção a ser ouvida
Que morram de inveja os vizinhos
Que morram de inveja
Os que não sabem amar
Mata-me de prazer
Mata-me de levar-me ao céu
Nesse cio que é teu
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Fazer Amor..

Fazer amor requer arte inconsciente
Fazer amor transcende o feio e o bonito
Fazer amor requer a alma despida
Fazer amor transcende a sexualidade
Fazer amor é ignorar todos os conceitos
formais da humanidade e se entregar como quem doa a si mesmo
Fazer amor é uma divindade que advém do mais nobre dom da vida:a própria vida.
Fazer amor é enlouquecer a anatomia.
não importa a forma.
o que importa é não importar com coisa nenhuma.
Fazer amor é fazer de inconcebíveis palavrões
um lindo poema.
Fazer amor é fazer do corpo
um banquete de sonhos
e fazer da alma o berço do gozo...
Postado por † Iruska Nogueira † às Sexta-feira, Novembro 21, 2008 0 comentários
Mar de amor...

Amantes feito o mar e a areia
Todo dia aquele vai e vem
A maré enche
e tu me invades
por todos os lados,
Cheio de amor,
Desejo e calor!
Sinto o gosto do sal no teu corpo mar,
Quando me tens num abraço eterno,
Tuas águas refrescam meu corpo
areia ardente de paixão, por tua presença única
De repente, sem aviso, bilhete ou sinal,
Vai embora, feito a vazante da maré,
E eu permaneço,
areia húmida a esperar por ti.
Em meio ao temporal retornas,
Mar bravio, arisco, selvagem...
Faminto de sua areia amada.
Tuas ondas quebram em vagalhões
E avançam com urgência meu corpo areia...
Sinto tua língua quente e indecente
por toda minha extensão
E novamente o amor explode
inundando tudo em volta,
O amor tempestade cede lugar à calmaria...
E recomeçam as carícias do mar na areia.
Ele espalhando-se sobre ela, Como se quisesse engoli-la inteira.
Areia tão quente e carinhosa,
Guarda para o mar o calor do sol...
E o recebe num amor plácido...
Num abraço doce,
Oferecendo-lhe sua paz,
E sua fonte inesgotável de calor...
Num mar de amor!!!

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