...da janela que tanto gosto...
...do ombro que me encosto...
...de esperar o que não tenho certeza...
...de tomar decisões com firmeza...
...da falta de cor que tanto me revela...
...da alma ferida que desespera...
...da cortina que me esconde...
...de alguém que me surpreende...
...da vida que penso que vivo...
...do amor verdadeiro que sinto...
...da fé constante que permaneço...
...da alegria insconstante que esqueço...
...das músicas que canto sem saber...
...das melodias que faço sem querer...
...das palavras que falei com carinho...
...do olhar que desviou sozinho...
...de querer um carinho e não ter...
...de ter o que não se quer...
...de alguém que me deixa sem graça...
...de querer apenas sentar num banco de praça...
...e lá no banco de praça, tentando decifrar o que não se pode descobrir, percebo que o belo é não saber o segredo...
...do ombro que me encosto...
...de esperar o que não tenho certeza...
...de tomar decisões com firmeza...
...da falta de cor que tanto me revela...
...da alma ferida que desespera...
...da cortina que me esconde...
...de alguém que me surpreende...
...da vida que penso que vivo...
...do amor verdadeiro que sinto...
...da fé constante que permaneço...
...da alegria insconstante que esqueço...
...das músicas que canto sem saber...
...das melodias que faço sem querer...
...das palavras que falei com carinho...
...do olhar que desviou sozinho...
...de querer um carinho e não ter...
...de ter o que não se quer...
...de alguém que me deixa sem graça...
...de querer apenas sentar num banco de praça...
...e lá no banco de praça, tentando decifrar o que não se pode descobrir, percebo que o belo é não saber o segredo...
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