E como já não caibo mais no agora.
Como me embriago de velho achando ser inovador.
O espelho é novo. O rosto, o mesmo.
Só muda a moldura...
Delicadeza violenta.
Eu quero o grito e o afago, a flor e o asfalto. O que faz doer e sorrir, e doer de novo, eu quero o novo!
Improvável, desordenado e ilimitado.
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