terça-feira, 28 de dezembro de 2010

E como já não caibo mais no agora.

Como me embriago de velho achando ser inovador.
O espelho é novo. O rosto, o mesmo.


Só muda a moldura...


Delicadeza violenta.
Eu quero o grito e o afago, a flor e o asfalto. O que faz doer e sorrir, e doer de novo, eu quero o novo!
Improvável, desordenado e ilimitado.

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