Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, uma alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E rezar pra sair ainda bem melhor do outro lado de lá'
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
'Sabia
Gosto de você chegar assim
Arrancando páginas dentro de mim
Desde o primeiro dia
Sabia
Me apagando filmes geniais
Rebobinando o século
Meus velhos carnavais
Minha melancolia
Sabia
Que você ia trazer seus instrumentos
E invadir minha cabeça
Onde um dia tocava uma orquestra
Pra companhia dançar
Sabia
Que ia acontecer você, um dia
E claro que já não me valeria nada
Tudo o que eu sabia
Um dia'
(Chico Buarque)
Gosto de você chegar assim
Arrancando páginas dentro de mim
Desde o primeiro dia
Sabia
Me apagando filmes geniais
Rebobinando o século
Meus velhos carnavais
Minha melancolia
Sabia
Que você ia trazer seus instrumentos
E invadir minha cabeça
Onde um dia tocava uma orquestra
Pra companhia dançar
Sabia
Que ia acontecer você, um dia
E claro que já não me valeria nada
Tudo o que eu sabia
Um dia'
(Chico Buarque)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Rocamboleeeeeee que eu fizz com mamãe
Ingredientes:
- 3 ovos;
- 1 pitada de sal;
- 3 colheonas de açúcar
- 3 colheres Boa (sopa) de farinha de trigo
Modo de preparo:
1º passo: Quebre 3 ovos, separando as claras e as gemas em 2 tigelas. Junte 1 pitada de sal às claras e bata até obter o ponto de neve. Depois coloque as gemas e continue batendo tudinho com 1 pitada de sal e as colheres de açúcar.
Incorpore, delicadamente, o fermento de baixo para cima.
2º passo: Forre uma fôrma de bordas baixas de 25X30cm, própria para pão-de-ló, com papel-manteiga untado com a manteiga e estenda a massa a uma espessura de 1cm. Leve ao forno médio e asse por 10 minutos.
- 3 ovos;
- 1 pitada de sal;
- 3 colheonas de açúcar
- 3 colheres Boa (sopa) de farinha de trigo
Modo de preparo:
1º passo: Quebre 3 ovos, separando as claras e as gemas em 2 tigelas. Junte 1 pitada de sal às claras e bata até obter o ponto de neve. Depois coloque as gemas e continue batendo tudinho com 1 pitada de sal e as colheres de açúcar.
Incorpore, delicadamente, o fermento de baixo para cima.
2º passo: Forre uma fôrma de bordas baixas de 25X30cm, própria para pão-de-ló, com papel-manteiga untado com a manteiga e estenda a massa a uma espessura de 1cm. Leve ao forno médio e asse por 10 minutos.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
(...) E nunca saberás quanto e como já conheço cada milímetro da tua pele.
"Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto."
"Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto."
"Quero incendiar esta minha vida como um pedaço de incenso em brasa ardente, com um solo de Chet Baker, como o jazz que me remexe por dentro. Tenho o verão à minha frente. Tenho a vida à minha frente. Não quero desgraças. Não quero pausas e dores, paradas e emergências. Quero voar. E como Ícaro deixar-me queimar. Mas voar. Sem tristeza. Sem esperas. Bastaria um isqueiro para incendiar esta vida, para dar-lhe tom, cor, peso, luz, ritmo e magia. Se não for hoje, talvez eu a incendeie amanhã. Quem sabe ao amanhecer."
(Texto de Peppe Lanzetta)
(Texto de Peppe Lanzetta)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Esperamos. Das pessoas, das coisas, dos fatos, de nós mesmos. Esperamos tanto tempo, até nos sentirmos cansados; mesmo assim não desistimos de esperar. […] Como se esperar mudasse todo o final, encantasse as verdades mais obscuras e os as realidades mais temidas. Porque você espera, você tem fé e lhe ensinaram que isso é bom. E mesmo sabendo que não é. Que nada do que você esperou aconteceu de fato até agora, você continua com essa mania burra, com essa ideia de que será salvo no último minuto, que de repente sua vida acontecerá como um roteiro aclamado e que você será contemplado com o magnífico prêmio de estar vivo. Como se. Como se toda essa esperança lhe justificasse a vida e a tornasse mais humanamente suportável, sem que se dê conta que ela apenas lhe prepara para a mais alta queda, sem qualquer rede de proteção
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
'As coisas e as pessoas que fazem parte da minha vida vão aos poucos entrando em mim e, depois de algum tempo, já não sei dizer o que é meu e o que é delas. Mesmo assim, bem no fundo, há coisas que são só minhas. E embora me assustem às vezes, é delas que mais gosto. Como essa vontade de acabar com tudo que me dá de vez em quando.'
'E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior que eu mesma, e não me alcanço.'
'Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito.
É muito difícil ficar adulto.'
'Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.'
Rubem Alves
'Você vai aprender, filho, que a intensidade pode roubar você de si mesmo. Que é preciso leveza para se pertencer. Você vai aprender a se distrair no meio do caminho – para ter o privilégio de errar. Vai aprender que as descobertas estão nos atalhos. E que é preciso alcançar o escuro denso para estar diante de todas as possibilidades. Você vai aprender a se deitar noite escura e amanhecer ensolarado. E vai entender que na perda mora o verdadeiro começo...'
'Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito.
É muito difícil ficar adulto.'
'Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.'
Rubem Alves
'Você vai aprender, filho, que a intensidade pode roubar você de si mesmo. Que é preciso leveza para se pertencer. Você vai aprender a se distrair no meio do caminho – para ter o privilégio de errar. Vai aprender que as descobertas estão nos atalhos. E que é preciso alcançar o escuro denso para estar diante de todas as possibilidades. Você vai aprender a se deitar noite escura e amanhecer ensolarado. E vai entender que na perda mora o verdadeiro começo...'
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
'Guardada em mim mesma. Ali, contando nos dedos minhas miudezas, dando nomes, medindo gestos, buscando maneiras novas de me esconder. Ultimamente é ali dentro que a vida vai, e quase ninguém vê.
Ultimamente eu ando cheia de fé.
Tenho me emocionado com facilidade, também. Tudo tão naturalmente, o tempo todo. Vida, vida.
Fuço distâncias, sem deixar doer. Falo de sentimentos de um jeito muito lento, que é para não precisar repetir. Mas acabo me embolando, como sempre. Volto a ouvir muita bossa e puxo do meu lado doce, meu menor lado, um pouquinho de conforto para deitar na cama onde um pedaço meu derrama angústias.
Dos meus bolsos despencam ternurinhas, enquanto caminho.
E todas essas palavras desconexas que me desviam. Nenhuma surpresa, nenhuma. Um acúmulo em mim, feito de mil e uma misturas.'
Fabricio Carpinejar
Ultimamente eu ando cheia de fé.
Tenho me emocionado com facilidade, também. Tudo tão naturalmente, o tempo todo. Vida, vida.
Fuço distâncias, sem deixar doer. Falo de sentimentos de um jeito muito lento, que é para não precisar repetir. Mas acabo me embolando, como sempre. Volto a ouvir muita bossa e puxo do meu lado doce, meu menor lado, um pouquinho de conforto para deitar na cama onde um pedaço meu derrama angústias.
Dos meus bolsos despencam ternurinhas, enquanto caminho.
E todas essas palavras desconexas que me desviam. Nenhuma surpresa, nenhuma. Um acúmulo em mim, feito de mil e uma misturas.'
Fabricio Carpinejar
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)



